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Defesa de ex-vereador tenta impedir uso de laudos da necropsia no caso Henry Borel

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Defesa de ex-vereador tenta impedir uso de laudos da necropsia no caso Henry Borel

A defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior entrou na Justiça para impedir que o Ministério Público utilize os laudos da necropsia de Henry Borel no tribunal do júri. Os advogados alegam que o médico legista responsável teria alterado o documento em seis momentos diferentes. A defesa aponta mensagens encontradas no celular do pai do menino, Leniel Borel, que indicariam mudanças no conteúdo do laudo durante a investigação.


Também é citada a participação de uma perita da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, identificada como Gabriela Graça, que teria sido convidada reservadamente para auxiliar a acusação antes das alterações nos documentos do Instituto Médico Legal.


Diante dessas suspeitas, a defesa acionou a Corregedoria da Polícia Civil e o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro, que abriu uma sindicância para apurar a conduta do legista responsável pelo exame.


Leniel Borel afirmou que a ação da defesa visa tumultuar o processo e adiar o julgamento. A Polícia Civil declarou que a investigação seguiu critérios técnicos e que exames complementares foram realizados após o primeiro laudo pericial.


Dr. Jairinho está preso preventivamente desde abril de 2021 e responde pela morte do enteado Henry Borel, de quatro anos. O exame do Instituto Médico Legal concluiu que a criança morreu devido a hemorragia interna causada por laceração no fígado provocada por ação contundente, com 23 lesões identificadas no corpo.




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