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Brasileiros no Irã não pediram ajuda após ataques recentes

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Brasileiros no Irã não pediram ajuda após ataques recentes

O embaixador do Brasil em Teerã informou que nenhum brasileiro solicitou auxílio para deixar o Irã após os ataques dos Estados Unidos e aliados no último fim de semana. Apenas um treinador de futebol brasileiro deixou o país por conta própria, cruzando a fronteira com a Turquia.


O embaixador destacou que não há registros de brasileiros vítimas dos ataques e que a embaixada mantém um grupo de comunicação para monitorar a situação. A orientação do governo brasileiro é prestar assistência aos cidadãos, proteger a equipe diplomática e informar sobre os acontecimentos para avaliar as condições de permanência no país.


Os ataques têm como alvo estruturas militares e governamentais, como o exército e a Guarda Revolucionária do Irã, ocorrendo de forma violenta e frequente. Apesar disso, não há falta de serviços essenciais em Teerã, e os mercados continuam abastecidos, o que indica que ainda é possível permanecer na capital iraniana, embora com riscos de efeitos colaterais.


O embaixador afirmou que o sistema político iraniano é muito bem estabelecido e não acredita que os ataques consigam derrubar o regime atual. Ele ressaltou que o sistema conta com mecanismos constitucionais para substituição de autoridades, que serão acionados após o assassinato do líder supremo Ali Khamenei durante a agressão militar.


No domingo, foi anunciada a formação de um órgão colegiado para substituir o aiatolá Ali Khamenei, após sua morte no último sábado. A situação no Irã segue tensa, com ataques diários e impacto direto nas estruturas de poder do país.


A embaixada brasileira segue acompanhando a situação no Irã e mantém comunicação constante com os cidadãos brasileiros no país.




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