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Fim da escala 6×1 pode afetar 362 mil trabalhadores no Espírito Santo

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Fim da escala 6×1 pode afetar 362 mil trabalhadores no Espírito Santo

O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) estimou que 362.336 trabalhadores formais no Espírito Santo cumprem jornadas semanais entre 42 e 44 horas, podendo ser afetados por mudanças na escala 6×1.


A escala 6×1 prevê seis dias consecutivos de trabalho seguidos por um dia de descanso, dentro do limite máximo de 44 horas semanais estabelecido pela Constituição Federal de 1988 e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).


Os setores mais impactados seriam comércio, supermercados, shoppings e serviços de alimentação, com predominância de profissionais de renda média e média-baixa. Trabalhadores com jornadas de 40 horas ou menos, regime parcial, autônomos e informais tendem a ser menos afetados.


A proposta em discussão no Congresso Nacional visa reduzir a jornada para 40 horas semanais sem redução salarial, o que aumentaria o custo da hora trabalhada para as empresas. Para manter a produção, as empresas poderiam contratar mais funcionários, reajustar preços ou reorganizar processos.


Parte dos trabalhadores formais já possui contratos inferiores a 44 horas semanais, mas realiza horas extras com frequência, o que pode alterar o impacto da mudança. A regulamentação sobre banco de horas, pagamento de horas extras e acordos coletivos é considerada fundamental para os efeitos da medida.


A Fecomércio-ES, alinhada à Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC), defende que o tema seja tratado por meio de negociação coletiva e se posiciona contra a Proposta de Emenda à Constituição que busca proibir a escala 6×1.




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