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CBV recorre ao STF contra lei que proíbe atletas trans em Londrina

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CBV recorre ao STF contra lei que proíbe atletas trans em Londrina

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal para suspender uma lei municipal de Londrina que proíbe a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos. A norma, que entrou em vigor em 2024, pode afetar as semifinais da Copa Brasil de vôlei, que serão realizadas na cidade neste final de semana.


A CBV afirmou que a lei municipal interfere diretamente na participação da atleta Tiffany Abreu, a primeira mulher transgênero a disputar competições de vôlei no Brasil. Tiffany é jogadora do Osasco São Cristóvão Saúde e tem partida marcada contra o Sesc RJ Flamengo, no ginásio do Moringão, em Londrina.


A confederação destacou que Tiffany está devidamente registrada e apta a atuar na competição, tendo participado das últimas partidas sem problemas. O Osasco São Cristóvão Saúde afirmou que Tiffany atua profissionalmente há mais de oito anos, possui conduta exemplar e cumpre rigorosamente os critérios médicos estabelecidos pela CBV. O clube declarou que apoia integralmente a atleta, defendendo seu direito constitucional ao trabalho e ao exercício da profissão, livre de qualquer forma de discriminação.


A ação da CBV para suspender a lei municipal está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia no Supremo Tribunal Federal. A confederação busca garantir a participação de Tiffany nas semifinais da Copa Brasil, que ocorrem neste final de semana em Londrina.


Acompanhe as decisões do STF sobre o caso e a participação da atleta Tiffany Abreu nas próximas partidas da Copa Brasil de vôlei.




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