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Casos de arboviroses crescem em Santa Catarina com chegada do verão

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Casos de arboviroses crescem em Santa Catarina com chegada do verão

O aumento das temperaturas e das chuvas intensifica a proliferação do mosquito Aedes aegypti, elevando os casos de dengue, zika e chikungunya em Santa Catarina. Em Santa Catarina, já foram registrados 5.702 focos do mosquito Aedes aegypti em 218 municípios. Dos 295 municípios do estado, 185 são considerados infestados pelo vetor. O acúmulo de água e o calor intenso favorecem a reprodução do mosquito, aumentando o risco de transmissão das arboviroses.


As doenças transmitidas pelo Aedes aegypti apresentam sintomas iniciais semelhantes, como febre alta, dores de cabeça, dores no corpo e manchas vermelhas na pele, o que dificulta o diagnóstico apenas pela avaliação clínica. Por isso, exames laboratoriais são essenciais para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento adequado, prevenindo complicações graves.


Um exame desenvolvido pelo Sabin, chamado Painel Molecular para Arboviroses, utiliza a técnica RT-PCR para detectar os três vírus em uma única amostra de sangue, permitindo um diagnóstico rápido e preciso. Além disso, medidas de prevenção continuam sendo fundamentais, como eliminar recipientes com água parada, vedar depósitos de água, usar repelentes e instalar telas de proteção em janelas e portas.


A vacina QDenga previne a dengue contra os quatro sorotipos e é indicada para pessoas de 4 a 60 anos, com esquema de duas doses. No SUS, a vacina é oferecida para a faixa etária de 10 a 14 anos, enquanto no setor público há oferta de dose única para pessoas entre 18 e 60 anos.


A prevenção e o diagnóstico rápido são essenciais para controlar a disseminação das arboviroses em Santa Catarina durante o verão, protegendo a saúde da população.




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