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Crise energética agrava situação em Cuba

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Crise energética agrava situação em Cuba

Cuba enfrenta seu pior momento devido ao endurecimento do bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos desde o final de janeiro. A população sofre com apagões prolongados, aumento dos preços de produtos básicos e redução dos serviços públicos essenciais.


Os apagões em Havana, antes programados e com duração de cerca de quatro a cinco horas diárias, tornaram-se imprevisíveis e podem durar até 12 horas. A crise afeta ainda mais as províncias do interior da ilha, onde a falta de eletricidade pode persistir quase o dia todo, comprometendo a rotina dos moradores e a conservação de alimentos.


Além dos apagões, a população enfrenta a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e a diminuição da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo governo. Essas dificuldades refletem o impacto das medidas adotadas pelos Estados Unidos, que classificaram Cuba como uma ameaça à sua segurança e impuseram tarifas para países que vendem petróleo à ilha.


Moradores relatam que a crise energética tornou o cotidiano mais difícil, com a necessidade de comprar alimentos em pequenas quantidades para evitar perdas. O economista aposentado Feliz Jorge Thompson Brown considera que este é o momento mais difícil já enfrentado por Cuba desde a Revolução de 1959.


As dificuldades energéticas e econômicas continuam a afetar a vida dos cubanos, com impactos profundos em todo o país.




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