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Dano ambiental por vazamento da Vale em Congonhas ainda é avaliado

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Dano ambiental por vazamento da Vale em Congonhas ainda é avaliado

O impacto ambiental causado pelo vazamento de estruturas da mineradora Vale em Congonhas, Minas Gerais, ainda precisa de análises detalhadas para ser mensurado. Alterações na cor da água e assoreamento dos rios foram observados na região afetada.


O secretário municipal de Meio Ambiente, João Lobo, destacou que os impactos ambientais incluem assoreamento, aumento da turbidez da água e alterações nas características físico-químicas dos rios. A presença de metais ainda será confirmada por análises químicas, pois o cenário atual indica mudanças significativas no ambiente aquático.


Visualmente, o vazamento causou represamento em um córrego, acumulando material e causando um impacto mais evidente. Um dos rios atingidos foi o Maranhão, afluente do Paraopeba, que já foi contaminado pela tragédia de Brumadinho há sete anos. A situação está sendo monitorada para evitar que a lama alcance o Paraopeba.


O professor de engenharia sanitária da Universidade Federal de Minas Gerais, Marcelo Libânio, explicou que as chuvas recentes podem reduzir o impacto ambiental. Ele ressaltou que a concentração de sólidos e a vazão do curso d’água influenciam no efeito do vazamento, e o período chuvoso tem ajudado a manter os mananciais próximos ou acima da média histórica.


As autoridades continuam acompanhando a situação para avaliar os efeitos ambientais e garantir a segurança dos recursos hídricos na região.

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