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Metade da população mundial pode enfrentar calor extremo em 2050

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Metade da população mundial pode enfrentar calor extremo em 2050

Um estudo da Universidade de Oxford aponta que cerca de 3,8 bilhões de pessoas estarão vivendo sob calor extremo em 2050, caso a temperatura média do planeta suba mais de 2 graus Celsius. Países como Brasil, Nigéria e Índia estarão entre os mais afetados, enfrentando aumentos significativos e perigosos nas temperaturas.


O estudo alerta que nações muito populosas, incluindo Indonésia, Bangladesh, Paquistão e Filipinas, também sentirão fortemente os efeitos do aquecimento global. Essas regiões estão despreparadas para lidar com o aumento do calor, o que pode levar muitos moradores a buscarem aparelhos de ar-condicionado já nos próximos cinco anos.


Países com climas mais frios, como Finlândia, Rússia e Canadá, experimentarão mudanças relativas maiores, com vários dias de calor intenso. Mesmo pequenos aumentos de temperatura nessas áreas terão impactos significativos, afetando setores como educação, saúde, migração e agricultura.


A pesquisa destaca que ultrapassar o limite de 1,5ºC de aquecimento trará consequências sem precedentes. O desenvolvimento sustentável com emissões líquidas zero é apontado como o único caminho para reverter a tendência de dias cada vez mais quentes e evitar os impactos mais severos do aquecimento global.


O estudo reforça a urgência de ações globais para conter o aquecimento e proteger populações vulneráveis dos efeitos do calor extremo.

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