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Casos de Síndrome Respiratória crescem no Norte do Brasil

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Casos de Síndrome Respiratória crescem no Norte do Brasil

Os estados do Acre, Amazonas e Roraima apresentam alto risco de Síndrome Respiratória Aguda Grave nas últimas semanas, com previsão de aumento. Enquanto isso, o restante do país registra queda nos casos dessa síndrome.


Os dados consideram a Semana Epidemiológica 3, entre 18 e 24 de janeiro, e mostram que o aumento no Acre e Amazonas está ligado principalmente à Influenza A em jovens, adultos e idosos, e ao vírus sincicial respiratório em crianças pequenas. Em Roraima, ainda não há resultados laboratoriais suficientes para identificar o vírus responsável pelo crescimento dos casos.


Em outras regiões, houve um leve aumento nas hospitalizações por vírus sincicial respiratório na Paraíba, Influenza A no Pará, e Covid-19 no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. No entanto, esse aumento é considerado leve e ainda não impacta significativamente as hospitalizações.


Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o rinovírus foi o agente causador da maioria dos casos positivos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, com 32%. Covid-19 e Influenza A responderam por 20% dos casos, seguidos pelo vírus sincicial respiratório com quase 11% e Influenza B com 2%.


A Covid-19 foi a principal causa de óbitos, representando 41%, seguida pela Influenza A com 28%, rinovírus com quase 16%, Influenza B com 3% e vírus sincicial respiratório com 1,8%. A Fundação Oswaldo Cruz recomenda que os grupos prioritários se vacinem o quanto antes para evitar complicações.


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