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Acordo entre EUA e Irã pode reabrir Estreito de Ormuz e reduzir preços do petróleo

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Acordo entre EUA e Irã pode reabrir Estreito de Ormuz e reduzir preços do petróleo

O diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Kevin Hassett, afirmou que a reabertura do Estreito de Ormuz, caso um acordo entre Estados Unidos e Irã seja firmado, pode ampliar a oferta mundial de petróleo. Esse movimento teria potencial para reduzir os preços da energia, aliviar a inflação nos Estados Unidos e criar espaço para cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed).


Hassett destacou que o mercado já atua com cautela, com compradores evitando novas aquisições de petróleo à vista diante da expectativa de queda nas cotações. Ele também mencionou que há petróleo represado na região e capacidade adicional pronta para entrar em operação, especialmente na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos.


O diretor lembrou que, no início da crise, havia projeções de que o preço do barril ultrapassaria US$ 150 caso o Estreito de Ormuz fosse fechado, cenário que não se confirmou. Ele ressaltou que a energia continua sendo um fator relevante para a inflação, embora não seja o único.


Na avaliação de Hassett, uma queda nos preços dos combustíveis poderia reduzir os índices inflacionários e abrir margem para que o banco central americano diminua os juros. As declarações ocorreram após Kevin Warsh assumir a presidência do Fed, sucedendo Jerome Powell.


Para o agronegócio, o tema é importante porque envolve custos diretamente ligados ao diesel, ao transporte de grãos, carnes e insumos, além de influenciar fertilizantes, preços internacionais de commodities e o ambiente financeiro global. Juros menores nos Estados Unidos também podem alterar o fluxo de capitais, o dólar e as condições de crédito, impactando a comercialização e as margens no campo.


No curto prazo, o mercado deve acompanhar dois pontos centrais: a confirmação ou não de um acordo entre Washington e Teerã e a reação das cotações do petróleo. Sem definição formal sobre as negociações, ainda não há base para estimar a magnitude de uma eventual queda nos preços da energia nem o efeito concreto sobre a política monetária americana.




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