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Brasil reage sem retaliação ao aumento de tarifas dos EUA, diz ministro da Fazenda

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Brasil reage sem retaliação ao aumento de tarifas dos EUA, diz ministro da Fazenda

Apesar disso, o país decidiu não adotar medidas tarifárias de retaliação.


Durigan destacou que o Brasil mantém déficit comercial com os Estados Unidos em setores como serviços, tecnologia e produtos farmacêuticos, o que influenciou a decisão de não responder com tarifas. Ele comparou a postura brasileira à da Europa, que reagiu de forma mais rápida e direta buscando um acordo com Washington.


Para o agronegócio e a indústria exportadora, as medidas tarifárias são relevantes, pois impactam a competitividade, os preços relativos e o fluxo comercial. No entanto, não foram divulgados detalhes sobre quais produtos brasileiros foram afetados ou os efeitos nas cadeias produtivas de grãos, carnes, açúcar, etanol ou minério.


O ministro também defendeu o multilateralismo e ressaltou que o Brasil busca manter boas relações com diversos parceiros comerciais, sem permitir um aumento desordenado das importações de produtos manufaturados. Ele enfatizou a importância de agregar valor à produção nacional para evitar a exportação apenas de matérias-primas não processadas, como minério de ferro, soja e cana-de-açúcar.


Além disso, Durigan relacionou a posição brasileira à agenda de energia limpa e biocombustíveis, destacando o contexto de incertezas geopolíticas internacionais. Sem informações oficiais sobre os produtos, prazos ou setores afetados, ainda não é possível mensurar com precisão os impactos nas cadeias agroexportadoras.


O tema permanece relevante, pois alterações no ambiente tarifário internacional podem influenciar a demanda externa, as margens de exportação e as decisões de investimento em processamento e agregação de valor no Brasil.




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