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Dois médicos são afastados após morte de trabalhador rural por picada de cobra em Piracanjuba

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Dois médicos são afastados após morte de trabalhador rural por picada de cobra em Piracanjuba

José Carlos Bernardo de Campos, trabalhador rural de 56 anos, morador da zona rural de Piracanjuba, faleceu em decorrência de uma picada de cobra. Após o ocorrido, os dois médicos que o atenderam no Hospital Municipal Tuany Garcia foram afastados de suas funções pela administração municipal.


A prefeitura reconheceu indícios de negligência no atendimento, mas ressaltou que a responsabilidade técnica sobre qualquer decisão clínica é exclusiva dos médicos assistentes. O caso foi comunicado ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (CREMEGO), ao Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) e à Vigilância Sanitária Estadual.


A administração municipal se colocou à disposição da família para oferecer acolhimento psicossocial e fornecer documentação clínica, respeitando o sigilo médico e a Lei Geral de Proteção de Dados. Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Saúde manifestou profundo pesar e solidariedade à família, amigos e à comunidade rural à qual a vítima pertencia.


A nota enfatiza que toda conduta médica, tanto no primeiro atendimento quanto no subsequente, é de inteira, exclusiva e indelegável responsabilidade dos profissionais que realizaram o atendimento. Para fundamentar essa posição, a prefeitura citou o Código de Ética Médica, a Lei do Ato Médico (nº 12.842/2013) e a Lei Orgânica do SUS (nº 8.080/1990).


Sobre a disponibilidade do soro antiofídico, a Secretaria informou que, botrópico, anticrotálico, antielapídico e antibotrópico-crotálico. O documento reforça que não houve desabastecimento, falta, vencimento ou indisponibilidade do soro em nenhum momento.




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