Publicidade

Hilton Cobra celebra 70 anos com reconhecimento pelo legado no teatro e ativismo negro

evwbr.github.io
Hilton Cobra celebra 70 anos com reconhecimento pelo legado no teatro e ativismo negro

Hilton Cobra, natural de Feira de Santana, está em Salvador para rever amigos e cumprir agenda antes do seu aniversário de 70 anos, celebrado no Dia da África. O artista interpreta o conselheiro Chinua na novela "A nobreza do amor", exibida pela Rede Globo no horário das 18h, e mantém uma rotina intensa entre compromissos culturais e pessoais na capital baiana.


No início de 2024, Hilton foi um dos 50 artistas contemplados com o Prêmio Funarte Mestras e Mestres das Artes 2025, que reconhece o legado de profissionais com mais de 60 anos em diversas linguagens artísticas.


Além do sucesso nos palcos, Hilton Cobra é referência nacional como gestor cultural e ativista. A companhia contribuiu para a adoção de cotas étnicas em editais culturais e a inclusão de avaliadores negros nas bancas de julgamento.


Durante o mandato da presidente Dilma Rousseff, Hilton liderou políticas afirmativas para artistas negros à frente da Fundação Palmares. Luiz Marfuz, amigo e colaborador, destaca seu protagonismo e a capacidade de defender suas ideias com a mesma força no palco, no Congresso Nacional ou em conversas informais.


Hilton iniciou sua carreira profissional aos 15 anos em Feira de Santana, trabalhando com contabilidade e datilografia, o que lhe rendeu o apelido "Cobra".


A conscientização racial de Hilton surgiu na década de 1970, influenciada pela amizade com a intelectual Luiza Bairros. Juntos, desenvolveram o projeto da Companhia dos Comuns, que só foi concretizado em 2001 devido à falta de patrocínio. O ator também se destacou como gestor da Fundação Cultural José Bonifácio, referência da cultura afro-brasileira no Rio de Janeiro.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.